Dial P for Popcorn: Revisão da Televisão em 2010: Parte 1

quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Revisão da Televisão em 2010: Parte 1

Para entrar na nova temporada televisiva que está quase a começar (e eu estou consciente do facto de várias séries - algumas que eu sigo - já se encontrarem em exibição, mas essas já contam para a nova temporada, não para a que encerrou com a entrega dos Emmys) eu preciso de arrumar com a minha revisão das temporadas das séries em 2010. Vou então proceder à revisão das séries que vi em 2010 de seguida, em quatro posts (#31-40, #21-30, #11-20 e #1-10). Espero que deixem ficar a vossa opinião.




#40. ENTOURAGE

Temporada: 6
Nota: C+

Crítica: Parece mesmo que eles deixaram de tentar contar histórias interessantes, não é? E parece que o tempo de "Entourage" está a chegar ao fim. Até Ari Gold parece já não ter a piada de outros tempos (claro que Jeremy Piven continua a dar boas prestações nesse papel, mas não é isso que aqui se discute). Algumas storylines que demoraram muito tempo a encontrar resolução, Vincent e a sua habilidade para não fazer nada chegaram mesmo a tirar-me do sério em mais que uma ocasião e a falta de interesse que se vem agravando nos personagens secundários da série, excepção feita a Ari, é gritante. Graças a Deus que a 7ª temporada tem-me parecido melhor senão teria feito o funeral de vez. E ainda bem que 2011 será o último ano.

Melhor Episódio: Não é que haja muitos para escolher, por isso vou com "Berried Alive" (6.10, B/B+).
Quem sobressaiu: Jeremy Piven



#39. GOSSIP GIRL

Temporada: 3
Nota: C+

Crítica: Alguém que me recorde como é possível eu ter gostado desta série antes, por favor, que eu estou a precisar que me relembrem. Personagens gastas, histórias mil vezes contadas na série, discussões intermináveis que acabam sempre com o resultado mais previsível, algumas storylines de me pôr a arrancar cabelos (já todo o mundo sabe que Serena é burra, mas tanto?) e só se safa mesmo a interpretação de Meester no meio da confusão. Quarta temporada que não aguardo, isso é certo. Só se as coisas melhorarem muito.

Melhor Episódio: De longe, "The Treasure of Serena Madre" (3.11, A-). Nunca me tinha rido tanto num drama.
Quem sobressaiu: Leighton Meester


#38. HOW I MET YOUR MOTHER

Temporada: 5
Nota: B-

Crítica: Talvez esta série não merecesse um lugar tão baixo no meu ranking, mas o facto de ser uma série tão querida por mim e tão bem explorada nas suas duas-três primeiras temporadas e depois ter tal declínio na sua quarta temporada (B-), seguida desta terrível quinta, não me podem culpar de ter agido de forma raivosa e decidir castigar a série. O claro substituto de "Friends" era, até 2008, inteligente, sensível, divertido, genialmente absurdo, criou uma personagem lendária (Barney Stinson) e deu-nos uma série que vale a pena ver e rever várias vezes. No pós-2008, veio o desastre, que atingiu novas proporções esta temporada: nada tinha seguimento, nada fazia sentido a maioria das vezes e se algum episódio era de todo engraçado era mais pelo talento do elenco do que pela escrita dos argumentistas. Salvou-se, uma vez mais, Neil Patrick Harris.

Melhor Episódio: Declaro um empate entre "The Playbook" e "The Perfect Week" (5.08 e 5.14, ambos B+). Desta temporada só gostei de mais dois episódios ("Girls vs. Suits" e "Rabbit or Duck") - mas é claro que me ri com mais alguns.
Quem sobressaiu: Neil Patrick Harris




#37. BROTHERS & SISTERS

Temporada: 6
Nota: B-

Crítica: Esta série tem tido temporadas substancialmente mais fracas a cada ano que passa e este ano ela atingiu novo nível de ridículo por vezes, com episódios autenticamente saídos de uma novela mexicana. Não obstante isto, há que dar valor aos episódios que realmente mostram o excelente drama que Brothers & Sisters é. Esta foi uma temporada marcada por vários rombos em todas as personagens mas também com alguns momentos de felicidade, que assentou fundamentalmente em quatro grandes linhas narrativas: a doença de Kitty, a falência da Ojai Foods, a entrada de Luc na vida dos Walkers e o casamento de Justin e Rebecca. E não vamos esquecer aquele glorioso sprint final, com vários episódios de muito boa qualidade, com demasiadas storylines suculentas que, para os fãs da série que visitem e não queiram ver spoilers, não vamos relevar. Com a saída de vários actores principais da série, não lhe abono bom futuro e isto, somado ao facto de ter sido uma temporada algo medíocre, leva-me a não querer ver mais.

Melhor Episódio: Ou "Lights Out" (6.23, B/B+) ou "Nearlyweds" (6.10, B/B+)
Quem sobressaiu: Calista Flockhart



#36. WEEDS

Temporada: 5
Nota: B-

Crítica: Uma temporada mediana, a fugir muito ao que "Weeds" já foi noutros tempos (basicamente, a melhor comédia da televisão), com a grande maioria das histórias a serem completamente disparatadas e sem sentido nenhum e a grande parte das revelações e reviravoltas desta temporada a serem desvendadas de forma tão descolorida que até me deixou pena. Uma diferença algo interessante para a abertura da 6ª temporada, ao contrário do que foi feito em temporadas anteriores, foi terem deixado um cliffhanger, ou seja, terminaram a temporada no meio da acção - claro que para quem já está a acompanhar a 6ª temporada, que está a decorrer já nos Estados Unidos, já estará inteirado do que se passou depois. E algo que me chocou esta temporada foi mesmo o facto que eu não consogo simpatizar mais com Nancy Botwin. Ridículo. Ela, que noutros tempos eu chamaria de anti-herói, agora é pura e simplesmente estúpida e desgovernada. Não tem rumo na vida e volta sempre a erros passados. Não há pachorra.

Melhor Episódio: "Su-su-sucio" (5.03, B+) é aquele que me vem logo à cabeça.
Quem sobressaiu: Mary Louise Parker parece-me a escolha óbvia, embora eu ache que desde há dois anos para cá é Justin Kirk que é o MVP.


#35. GREY'S ANATOMY

Temporada: 6
Nota: B/B-

Crítica: Das séries todas da lista, foi a que teve a temporada mais errática. Começou pessimamente, depois lá encontrou o seu ritmo com dois episódios sucessivos brilhantes ("I Saw What I Saw", contado por perspectivas diferentes e "Give Peace a Chance", um episódio inteiro focado em Derek), voltou a cair ligeiramente nos episódios seguintes e só voltou a recuperar lá para o final, especialmente com o duplo episódio de final de temporada, que definitivamente iria para o meu top-10 de episódios de drama do ano inteiro de televisão. Agora o meu problema é que tanta irregularidade, tanta personagem a entrar e a sair, o drama com Heigl, os problemas na maioria dos episódios e algumas storylines ridículas tornam insuportável que eu consiga defender mais esta série. Não dá.


Melhor Episódio: O duplo episódio do final da temporada, em particular a primeira parte, "Sanctuary" (6.23, A-).
Quem sobressaiu: Patrick Dempsey



#34. NCIS: LOS ANGELES

Temporada: 1
Nota: B/B-

Crítica: Suponho que tenha que agradecer a Daniela Ruah por me ter levado a ver esta série. É que eu tenho alergia a C.S.I. e aos seus spin-offs e o mesmo se passa com este NCIS. Eu não queria ver a série. Só a vi por causa dela. E tenho que admitir que a série não é nada daquilo que eu inicialmente pensava. Inteligente por vezes, engraçada, divertida, nada parecida com aqueles policiais que tanto correm pela televisão (que já viu de tudo no género, desde "The Closer" até "Saving Grace"), boa química entre os actores (LL Cool J com boa interpretação, veja-se só!) e boa prestação do elenco - especialmente Linda Hunt (como é óbvio). Argumentos diversos e interessantes permitem que nunca se torne aborrecida e eu provavelmente voltarei a acompanhar esta série, este guilty pleasure, se assim o quisermos caracterizar, ainda não sei se durante o ano ou se a vejo toda depois do final da temporada.

Melhor Episódio: Tem vários que eu apreciei bastante, como "Callen, G." (1.24, B+) ou "Blood Brothers" (1.18, B+) ou então "Hand-to-Hand" (1.19, B+).
Quem sobressaiu: Poderia dizer Chris O'Donnell, mas a verdadeira estrela da companhia é a pequena Linda Hunt.


#33. PARENTHOOD

Temporada: 1
Nota: B

Crítica: Foi uma temporada pequena demais para avaliar em profundidade o valor da série, mas do que vi, gostei muito. Uma série que parecia ser para preencher buracos no calendário semanal da NBC (como "Cougar Town" também parecia fazer na ABC, a dar depois de "Modern Family") começou intermintentemente mas melhorou substancialmente por volta do quinto episódio, com um elenco impressionante, especialmente os jovens e que consegue crescer para um drama de qualidade substancial que é um mimo de seguir todas as semanas. Como volta a surgir só na mid-season, se poucos pilotos da nova temporada me excitarem, voltarei a esta série. Se não, só no Verão. De qualquer forma, para quem gosta de dramas familiares, é um must-see. E Lauren Graham num papel que era parecido com o de "Gilmore Girls", mas que se tornou completamente distinto. E Peter Krause numa personagem nada parecida com a sua de "Six Feet Under".

Melhor Episódio: Muitos episódios de grande nível, mas não posso deixar de escolher o querido final de temporada, "Lost and Found" (1.13, B+).
Quem sobressaiu: Como não podia deixar de ser, as duas grandes estrelas do programa, Lauren Graham e Peter Krause; ambos deviam ter sido nomeados para Emmy.



#32. HOUSE

Temporada: 6
Nota: B

Crítica: Mais uma temporada algo estranha para "House, M.D.", que começa de novo muito bem - com um episódio excepcional ("Broken"), que em situação normal deveria ter dado finalmente o Emmy a Hugh Laurie, tal a interpretação extraordinária durante as duas horas de episódio - e depois perde vapor a meio da temporada, de tal forma que os últimos cinco episódios são quase insuportáveis de tolerar (se bem que termina em alta - o final é fenomenal também). O que me tocou mais esta temporada foi a partida de Cameron (Jennifer Morrison), mesmo se o episódio em que ela partiu foi fraco e mesmo se a sua partida é algo injustificada. Foi um momento fulcral da temporada e a actriz e Laurie venderam-no bastante bem. De resto, as interpretações do elenco secundário foram dolorosas, excepção feita a Lisa Edelstein (Cuddy), claro está, pois as suas personagens parecem, ao fim de seis anos, estarem verdadeiramente gastas. O romance entre House e Cuddy será um ponto de partida interessante para a sétima - provavelmente a penúltima - temporada de "House, M.D.".

Melhor Episódio: o primeiro logo, "Broken" (6.01 e 6.02, A-), com uma interpretação genial do protagonista (A+).
Quem sobressaiu: custa-me dizer isto, até porque eu estive quase a pôr Lisa Edelstein, mas Hugh Laurie foi (uma vez mais) o melhor em campo a temporada quase toda.


#31. HUNG

Temporada: 1
Nota: B

Crítica: Até me parece mal estar a redigir a minha crítica à primeira temporada de "Hung" quando já sei tanta coisa que se passou a seguir (fruto da segunda temporada estar a terminar na HBO - acaba para a semana), mas é assim, que se pode fazer? Alexander Payne criou uma série originalíssima que funciona como bom complemento a "Entourage" e que, não sendo uma comédia animadíssima, como o seu parceiro de domingo, é talvez a melhor comédia das duas. Tem um tipo especial de drama e humor seco, humor negro, que poucas séries conseguem explorar hoje em dia e tem dois protagonistas absolutamente especiais. Jane Adams e Thomas Jane têm finalmente os papéis que precisavam para aumentar um pouco o nível das suas carreiras e tenho que dizer que lhes assentam que nem uma luva. A série, por ser chancela da HBO, tem apenas dez episódios por temporada, o que lhe assenta bem, pois se fosse de canal público, além das implicâncias que teria à custa do sexo todo e da linguagem inapropriada, gastar-se-ia rápido em temporadas de mais de 20 episódios. Provavelmente não vai passar da terceira temporada (para a qual já foi renovada), mas "Hung" é excelente e vou seguir enquanto durar, com certeza.

Melhor Episódio: "A Dick and A Dream or Fight the Honey", o final de temporada (1.10, B+). 
Quem sobressaiu: qualquer um dos dois protagonistas, mas sem dúvida que em mim Jane Adams foi quem me deixou maior impressão.

10 comentários:

João Samuel Neves disse...

Algumas temporadas aí que desconhecia. Quanto a Entourage tenho, infelizmente, que partilhar a mesma opinião contigo.

Felizmente que "It's Always Sunny in Philadelphia" não termina e rejuvenesceu na 5.ª temporada! ;D


Quanto ao House, é incrivel a qualidade que ele tem porque a série ainda só se mantém porque o tipo é um génio e nunca faz nada mal!


Grande Post! Abraço!

Jorge Rodrigues disse...

É bem verdade. "Entourage" não merecia ter sido colocada tão em baixo mas chateia-me tanto que uma série que era um guilty pleasure meu, que mesmo que não tivesse grande qualidade me divertia, esteja tão fraca, tão fraca.

E sim o "House" já tinha acabado não fosse ele. E o facto de ter audiências.

"It's Always Sunny in Philadelphia" é uma série que me é intragável. Gosto da personagem feminina (a actriz é Kaitlin Olson, não é?) mas o resto dos actores, então os dois patetas, tiram-me do sério.

Joana Vaz disse...

Tanta série...:)

Só vi três e uma delas fui salteando episódios.

Quanto a "Grey's Anatomy" concordo contigo. Acho que no geral foi a pior temporada de sempre, mas teve uns episódios que se sobressaíram muito. O meu favorito foi "I Saw What I Saw". O final também se destacou, mas não o achei tão fabuloso como a maioria, por vezes até me pareceu um pouco previsível.

Em relação ao House, adorei aquele primeiro episódio duplo. Dava francamente um filme. E tive pena que não premiassem Hugh Laurie com o Emmy. A temporada em geral não teve o interesse de anteriores, mas teve alguns bons episódios.

Quanto a "Brothers and Sisters", não a vi inteiramente, achei alguns episódios muito cómicos e outros comoventes. Eu gostei do final. No entanto as histórias não me prenderam. Nem sei se vejo a próxima temporada.

Jorge Rodrigues disse...

Concordo em absoluto contigo Joana acerca das três séries mencionadas.

Todas com várias falhas e bem longe da qualidade de outros tempos. E é por essa razão que as vou deixar de ver. Só se melhorarem muito. O que duvido.

Obrigado pelo comentário,

Jorge Rodrigues

Anónimo disse...

Concordo quanto à qualidade de Entourage, apesar de achar que a temporada 7 (pelo menos até à data) parece ainda pior. Storylines sem sentido, twists ridículos, esgotamento das personagens...

Gossip Girl e Grey's Anatomy são duas séries que deixei de acompanhar há muito, e a meu ver não têm o mínimo interesse.

Finalmente achei a temporada de House boa, mas sou suspeito por ser "fanboy" da série. :P

Bom post!

DiogoF. disse...

Permite-me que me exalte muito, muito mais do que tu nesta sexta temporada de House; aliás, mais do que a maior parte das pessoas.

Acho que foi a melhor da série e, apesar de ver e já ter visto ainda um reduzido número delas, foi uma das melhores temporadas a que já assisti.

Gostei muito da construção pautada e coerentemente evolutiva que sofreu a personagem do House, desta vez de uma forma assumidamente psico-emocional, e ainda que sempre metafórica, é de intenções docemente claras. Acho que o final foi incrivelmente bem conseguido, um acontecimento que constitui o climax de uma tensão que sem a acumular deste sempre, mas especialmente o momento perfeito para o culminar da bela transformação de o House sofre. Foi colocado no sítio certo e a única coisa que todos merecíamos era que a série acabasse aqui, definitivamente.

DiogoF. disse...

Esqueci-me de outras duas.

HIMYM: É uma série sobre a qual, confesso, não reflicto particularmente. Deixo-me simplesmente levar, rio-me, descontraio, acho magnífico. Vou gostando de todas.

GOSSIP GIRL:

Não imaginas a alegria que me deu ler estas tuas palavras. É exactamente, perfeitamente, o que sinto. Penso exactamente o mesmo que tu.

Acho sinceramente que a primeira temporada foi muito boa, muito melhor do que OC. A segunda foi ainda melhor e contou com uma construção fantástica da pouco-ortodoxa relação entre a Blair e o Chuck, que, felizmente, saltaram para o foco principal da série (apesar de gostar muito da Blake, as personagens da Blair e do Chuck são, de longe, as minhas favoritas).

Esta terceira ... Repetitiva, exageradamente repetitiva, previsível, apressada, mal pensada, mal planeada, enjoativa, rascamente comercial e frenética, barata, reles.

Jorge Rodrigues disse...

@DIOGO e @ANÓNIMO,

Eu dei um B a "House", o que significa que também gostei da temporada da série. Só tive alguns problemas com algumas storylines este ano que não gostei que se tivessem alongado (tipo a zanga silenciosa do Chase e da Cameron) e há alguns episódios que são verdadeiramente um aborrecimento, com um ou dois momentos de relevância em 40 minutos. Num drama televisivo isso não pode ser. Por isso não leva mais que B. O mesmo que se passa com Parenthood, por exemplo.

Vocês quando virem os dramas que tenho mais acima e a minha explicação já entendem porquê.

E quanto a "Gossip Girl"... Enfim. Foi um desastre. Nunca vi tanto non-sense junto.

E de "How I Met Your Mother"... Não podia deixar passar. Ri-me com alguns episódios (é natural, é uma série de comédia) mas não consigo perdoar uma temporada inteira de retrocesso ao que se vinha construindo.

Obrigado pelos comentários,

Jorge Rodrigues

Kika vs Ruiva disse...

Não concordo contigo nalgumas coisas, aceito outras.
Gossip girl tem um enredo um pouco esgotado, é verdade, mas grande parte da série tem como base a luxúria e superficialidade característica de Upper East Side, daí que não haja muita novidade a dar. A personagem de Meester é sem dúvida boa, mas não nos podemos esquecer de Ed Westwick, que todos amamos odiar, e odiamos gostar.
Quanto a HIMYM esta última temporada foi realmente mais fraca, mas não deixou de ser boa. A expectativas é que estão sempre muito elevadas quando falamos desta série.
Quanto a irmãos e irmãs não concordo nada que Calista Flockhart se tenha destacado. Para além de ter uma personagem terrivelmente irritante (na minha opinião, claro), deixa um pouco a desejar como actriz.
Já com a anatomia de grey, sei que sou uma pequena minoria, mas acho que aquele início de série, que aborreceu a maioria, foi o que salvou a série, permitindo introduzir novas personagens, uma vez que o enredo já se estava a tornar repetitivo. E por muito que adore o Dempsey, a personagem de Chandra Wilson continua a ser sempre das melhores, e acho que o actor Justin Chambers sobressaiu nesta série, consequência do crescimento da personagem.

Claro que isto tudo é apenas a minha opinião, que vale o que vale, e não temos de estar todos de acordo.

Jorge Rodrigues disse...

@KIKA VS. RUIVA,

Olá! Obrigado pela tua opinião e claro que não temos que estar sempre de acordo!

Quanto a Brothers and Sisters, eu sou um fã da Calista Flockhart desde os grandes tempos de Ally McBeal e achava que ela nesta série ainda nem 20% do seu talento foi aproveitado, daí que eu tenha pena que tenha que vir daí uma storyline com cancro para ela poder mostrar um pouco o que sabe fazer. De resto, a série está num declínio absoluto, acentuado ainda mais esta temporada com a saída de quatro membros do elenco regular.

Quanto a Grey's Anatomy, não posso concordar. Chandra Wilson é sempre a escolha da praxe mas a maior parte dos elogios que ela leva é por empatia com a personagem, mais do que a força da sua representação. Eu gosto dela como actriz, mas ninguém esteve sequer ao mesmo nível de Patrick Dempsey e de Ellen Pompeo. E a série está péssima, muito má.


Gossip Girl nem discuto o foco da série porque é exactamente o que referiste mas se se gosta de caracterizar como um drama sério não devia de se comportar como tal? Ed Westwick é muito bom mas lá está, ele ganha muitos pontos à custa da personagem (como a Bailey em Grey's). É muito mais difícil para a Leighton Meester pegar em alguém tão desagradável e transformá-la numa boa pessoa.


E How I Met Your Mother teve uma temporada horrível, reconhecida por toda a gente, mesmo pelos dois criadores da série (link: http://www.hitfix.com/blogs/whats-alan-watching/posts/how-i-met-your-mother-creators-promise-a-return-to-emotion-and-romance).


Obrigado por comentares,

Jorge Rodrigues